quarta-feira, 6 de abril de 2011

Dossiê MTV - Screen Generation

Ontem, na Universidade Positivo, mais especificamente, Auditório 1 do Bloco amarelo, fui assistir à apresentação do Dossiê MTV - 5ª edição, em primeira mão (pelo menos era o que eu achava, até descobrir que já está na net desde o ano passado.. ingenuidade), no evento +Mercado, do GPA-PR.

Conforme a gerente da MTV Brasil disse repetitivamente, é uma pesquisa que apresenta os hábitos dos jovens dos grandes centro urbanos. Embora superficial, a pesquisa apresenta diferenciado "modelos" de jovens, o que gerou muitas risadinhas e comentários de alguns enquadrados* que participaram do evento.

Vou falar aqui um pouco do que esse dossiê apresentou:
Este estudo pesquisou jovens brasileiros, de 12 a 30 anos das classes sociais A, B e C em São Paulo, Rio de Janeiro, Interior de São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Salvador, Recife e Porto Alegre


- Fase qualitativa : 154 jovens
- Fase quantitativa : 2000 entrevistas

Peírodo: Maio a Julho 2010

Os jovens estão totalmente imersos no mundo tecnológico. Uns gostam e conhecem as inovações, sendo muitas vezes reféns delas, outros aspiram pelo status, alguns só esbanjam o status.
O consumo de conteúdo da classe C é mais sofisticado internamente que das outras classes. É uma busca mais real de conhecimento, além da simples necessidade de estar conectado. A valorização até mesmo da família é maior.
As telas são extensão do corpo, mesmo a televisão ainda é desejada, no celular ou não. Descobri que no interior de Pernambuco a hora na Lan House é apenas R$1,00.
DEMOCRATIZAÇÃO!
"Se eu não me sinto bem entrando na loja do shopping, posso entrar no site da loja."
Democratização de consumo. Democratização de conhecimento.

Google é Deus na Terra.
Obrigada!


*Não é que as pessoas sejam quadradas, são enquadradas num plano bidimensional.


Resumo da obra:
"Touch... adoro touch."

3 comentários:

Anônimo disse...

Danda, não sei qual é a sua formação em pesquisa para dizer que o estudo Dossiê Universo Jovem da MTV é "superficial". Como pesquisadora, há mais de 20 anos, sócia da empresa que coordenou esse estudo (AARTEDAMARCA), te garanto que os resultados são estatisticamente corretos. Se vc ainda tiver dúvidas sobre pesquisa de segmentação, entre em contato com nossa empresa que eu te dou uma aula. Talvez eu não deveria te prestigiar, mesmo porque teu post tem " 0 comments", mas quando você começar a trabalhar no mercado e entender que os 5 Dossiês da MTV são os estudos mais sérios que existem no Brasil sobre segmento jovem, talvez vc, uma jovem inexperiente, seja mais prudente nos seus comentários. Primeiro estude estatística, estude pesquisa quantitativa e qualitativa, depois estude segmentação, depois entreviste 2000 pessoas, fique seis meses estudando sobre um mesmo tema e só então, depois, faça comentários do tipo "pesquisa superficial" . Cecilia Novaes ( www.aartedamarca.com.br )

Danda disse...

Olá Cecília, desculpe se fui eu a superficial. O sentido da palavra sugere que a pesquisa foi feita com os jovens dos grandes centros urbanos. O que não significa que reflete a verdadeira face dos jovens de todo o país. Não tenho a mínima pretensão de arrecadar "comments" com esse ou qualquer outro post...
Realmente espero que logo mais eu entenda melhor sobre pesquisas e talvez faça um depoimento mais profissional, no entanto, é essa a visão que eu tive após assistir o vídeo da pesquisa. Sobre estudar estatística, pesquisa e tudo o mais, achei que o objetivo do Dossiê fosse esclarecer o perfil dos jovens justamente para quem não estuda essas coisas! Obrigada pelo feedback, anyway.

Lia Kauffmann disse...

E não é que a Cecília perdeu a aula de micromarketing? Cecília, esse dossie deve contemplar também, o que causa um coment como o seu num blog (defesa da marca, influência...) Lembra? E ao invés de julgar a posição da menina, deveria levar esta informação de que "alguns jovens acham a pesquisa superficial" para o dossiê numero 6.Num universo de mais de 35 milhões de jovens, acredito também que 2000 jovens já não é uma amostra suficiente para capitais tão diferentes.Isso eu acreditava desde o dossiê 1, quando realizamos uma pesquisa similar aqui no RS. Postura nada séria e arrogante para alguém da sua formação.

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