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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Vida, pra que te quero?

Escutamos muitas pessoas dizerem: "Minha vida é um erro". E o erro pode ser o correto.
Cabe a nós decifrarmos a charada. Charada sim. Nunca sabemos se o caminho que seguimos é o certo. Às vezes é, e, droga.... queríamos seguir o caminho errado bem essa vez.
É fácil quando não decidimos por nós mesmos. Sabe aquela época em que gritávamos: "Mãããããeeeee, vem me limpá"? Tudo era muito mais fácil. E eu digo não por assumirmos muito mais responsabilidades com o passar do tempo, e sim por assumirmos a nossa própria identidade com o passar do tempo.
Mais difícil ainda quando você percebe que o que você se tornou não era bem o que você havia planejado para si mesmo.
Sabe quando vamos no mercado comprar esponja de lavar a louça e tem aquela dúzia de marcas e preços e cores e tudo? É tanta coisa que você acaba não levando nenhuma. A velha ainda dá pra mais um tempo.
O excesso de opções que hoje o mundo nos oferece nos confunde. Muitas vezes nos estagna. E se você não abrir os olhos nesse momento, daí você morreu. Morreu pro mundo, pra sociedade. Você perdeu o seu papel de cidadão, parte de uma família, grupo social, e se tornou um nada.
Assim, entenda que a vida não está aí para ser "vivida"como muitos dizem. A vida é para ser CURTIDA.
Eu quero minha vida pra abalar! Dançar, amar, sorrir, sofrer, gritar, xingar e todos os verbos no infinitivo que não precisam ser escritos aqui.
Certa ou errada, minha vida eu quero é pra sentir.

*Imagem de um trabalho sobre fobias sociais do segundo semestre da faculdade. Me lembrou a logo da copa ;S

 
  
 

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E se...

E se nossos olhos fossem como máquinas fotográficas? E em apenas um pensamento a imagem fosse registrada e saísse impressa da nossa boca?
E se todas nossas dentições fossem de leite? Seria normal ir numa entrevista de trabalho banguela?
E se os carros estacionassem de lado, que nem numa propaganda que nem me lembro qual? As mulheres também teriam a chance de manobrar de primeira!
E se tivéssemos duas bocas, uma para falar e outra para comer? Seria normal falar de boca cheia?

Vamos lá... pense comigo. Quantas perguntas mais com "E se..."poderíamos fazer?
Até que ponto essas questões que de início parecem impossíveis poderiam ser pensadas na prática?
Comente aí as suas perguntas "E se...".

E se você fizesse perguntas estranhas e eu tivesse que responder?